"É um falso sorriso. É uns risos forçados. É um "estou bem" que não é verdade. É tudo o que eu faço todos os dias e todos os dias sinto aquele aperto enorme no coração. Sentia-me mal. Não estava doente, então tinha de haver outra explicação: era ele. Balançava o meu corpo para frente e para trás, como se fosse uma criança total, como se fosse um objecto. Tentava-me concentrar num filme, mas até os filmes de terror, me faziam lembrar dele. olhava para cada esquina e também me lembrava dele: isto era uma espécie de masoquismo. Sentia umas míseras saudades dele.